Passo pela sic e deparo com o povo apinhado a deleitar-se
com os seus artistas ali à mão. Reconheço apenas a SChaves; entretanto passa um,
presumo, famoso costureiro, acompanhado por um mariconça de saia. Amasing. A
cereja em cima do bolo: a carismática mãe ou irmã do CRmuitos.
TORRES NOVAS. TOMAR. A minha circunstancia! . . . "A lavadeira do rio. Muito lençol pra lavar. Fica faltando uma saia. Quando o sabao se acabar."
sábado, 21 de julho de 2012
Serão televisivo, “tipo” tuga:
No canal que eu (nós) pago, deparo com uns betinhos (e
outros candidatos a) em êxtase, por verem arte num gajo a espetar um fálico objecto
num animal. Este clímax será consequência de algum complexo de frustração? …
domingo, 13 de maio de 2012
João Miguel Tavares
Quem é JMT?
Ler aqui, a noticia no Publico.
Como diz o outro:“não há almoços grátis”!
Descobri-o há pouco: um interessado “fazedor
de opinião”, cronista no curricular CM, que com uma coragem quixot€$ca, enfrentou o tenebroso
governante sócrates, tornando-se JMT
conhecido por isso mesmo!
Entretanto JMT publica
um livro e quem apadrinha o lançamento do livro? Quem é ele? Um governante que não mente, engana, não “ludribia”
…
Um puzzle que com
poucas peças se completa e ilustra, quem é este, “diz que é uma espécie de
jornalista”, representante do quarto poder em Portugal.
Como diz o outro:“não há almoços grátis”!
quinta-feira, 3 de maio de 2012
A Democracia Portuguesa não tem dono(s)!
Abril também
nos trouxe novas formas de vivencia, como seja o politicamente correcto !
- No 1º de Maio, foste “lá”; negativo, és um ignorante, ou pior, és um reaccionário!
Ilustrei “apenas” uma situação-tipo, podendo sublinhar outras de perfil similar…
Aqueles 100€, que para muitos sujam a comemoração do 1º de Maio, para muitos outros equivalem a quatro ou cinco dias de trabalho (quando o têm).
Ontem o caso pingo doce, vestiu-se (ou travestiu-se)
de varias roupagens, de que destaco esta
dicotomia:
- No 1º de Maio,
não foste “lá”; positivo, és um
verdadeiro democrata!- No 1º de Maio, foste “lá”; negativo, és um ignorante, ou pior, és um reaccionário!
Questiono:
- Que legitimidade têm cidadãos,
que recebem pensões acima de 2000€, reformados
desde os 52 (ou menos), 53, 54 anos (e são aos milhares) ao rotularem outros portugueses de défice democrático?!Ilustrei “apenas” uma situação-tipo, podendo sublinhar outras de perfil similar…
- Que défice de
democracia ou de inteligência, tem um português,
que apenas vive do seu trabalho,
remunerado em 500 a 900€ (a esmagadora maioria), e que ontem ganhou 100€ (retirado com sacrifício da
sua pequena poupança), ao comprar leite, carne, peixe, azeite, fraldas para o bebé,
etc. ?!
Concluo:
É muito mais fácil
ser democrata de “barriga cheia”.Aqueles 100€, que para muitos sujam a comemoração do 1º de Maio, para muitos outros equivalem a quatro ou cinco dias de trabalho (quando o têm).
segunda-feira, 19 de março de 2012
"Cuba feliz"
É a historia de um Cubano, de nome “El Gallo”. Ele é um cantor “callejero”, que persegue o seu sonho ao longo de todo o país.
El Gallo, convive com as lendas musicais cubanas: estrelas de salsa, rappers dos bairros, grupos de velhos buliçosos, cantores de boleros, músicos de jaz improvisado, bem como o povo camponês.
Nos caminhos e “senderos”, nas estradas, nos pátios traseiros de ruas a abarrotar, a Musica faz parte da sua Vida, desenraizada. El Gallo converte os momentos mágicos em canções que sabe de memoria.
Na sua viagem sem rumo, o cantor conhece uma família de músicos que o recebe como a um irmão e o acompanha no seu caminho.
Através do contacto humano, este homem, (cujo único equipamento é uma guitarra), que vive fora da estrutura social convencional, abre-se e transforma-se, ao descobrir a alegria da musica, dos bailes, a improvisação e a emoção dos trompetes e das sensíveis canções tocadas pelos seus amigos.
Mas pouco a pouco, o solitário cantor, volta á realidade; a vida não é tão divertida como as canções nem tão doce como os cânticos místicos!
El Gallo, convive com as lendas musicais cubanas: estrelas de salsa, rappers dos bairros, grupos de velhos buliçosos, cantores de boleros, músicos de jaz improvisado, bem como o povo camponês.
Nos caminhos e “senderos”, nas estradas, nos pátios traseiros de ruas a abarrotar, a Musica faz parte da sua Vida, desenraizada. El Gallo converte os momentos mágicos em canções que sabe de memoria.
Na sua viagem sem rumo, o cantor conhece uma família de músicos que o recebe como a um irmão e o acompanha no seu caminho.
Através do contacto humano, este homem, (cujo único equipamento é uma guitarra), que vive fora da estrutura social convencional, abre-se e transforma-se, ao descobrir a alegria da musica, dos bailes, a improvisação e a emoção dos trompetes e das sensíveis canções tocadas pelos seus amigos.
Mas pouco a pouco, o solitário cantor, volta á realidade; a vida não é tão divertida como as canções nem tão doce como os cânticos místicos!
El Gallo percorreu toda a Cuba, mas no final do sonho descobre que voltou ao ponto de partida, com o cigarro colado aos lábios … como sonhos oxidados, os navios vão e vêm no porto de Havana…
Eis um documentário que evoca Cuba: a sua musica, a sensibilidade, a alegria e a tristeza do povo cubano, com especial destaque aos trovadores“callejeros”!
Realizado por Karim Dridi, apresentado no “III Festival de Cine Independiente de Buenos Aires”, sendo considerado por alguma critica como documentário de musica “naif”, é na minha opinião, uma óptima continuação de Buena Vista Social Club!quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Dez idosos encontrados mortos em casa desde o início do ano
Sejamos intelectualmente honestos e deixemo-nos de hipocritas lamúrias, confinando este problema social ao actual distanciamento pessoal da vida em condomínio.
A esmagadora maioria dos idosos que vivem sós, isolados, não o estão por opção, mas por impossibilidade económica de pagar um Lar, ou uma companhia, que lhes permitiria viver com a dignidade, que a sua passada vida contributiva, deveria permitir.
Mas, não tiveram a "sorte" de, quando no activo, ter um determinado “patrão”, que seria o garante de uma reforma digna. Refiro-me ao Estado, naturalmente.
O cerne da questão é que essa “garantia” – média em 2011: 1250€ - é sustentada pelos milhares de reformas de 250… 300€ !!!
Ou, por outras palavras, as duas situações estão proporcionalmente ligadas, numa analise de causa-efeito.
Uma vergonha “democrática”, interessadamente escondida, como tenho repetidamente afirmado, pelos partidos, ditos de esquerda...
Ler noticia aqui no jornal Público
Etiquetas:
idosos mortos casa
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Politologia versus m€rda
Perguntarão os politólogos estrangeiros:
- Porque se chocam os portugueses com as medidas fascizantes do actual jota-governo?!
Não é verdade que este propagandeou na integra o seu programa eleitoral e foi eleito por maioria absoluta?!”
Responderá um correspondente da BBC:
- Um país em que mais de um milhão de cidadãos suspende a comemoração da passagem de ano para assistir à final da "casa das p€tas na tvi, “ é um país insolvente, como diria Caius Julius Caesar em versão sec XXI
Subscrever:
Mensagens (Atom)